Poemas de Desirée Garção Puosso

Veja um grafo dos poemas de Desirée Garção Puosso

Eles disseram "Ano que vem em Jerusalém"

E sim, eu vim
No frio desolador que sempre me adoece

No gelo frio que vem dos montes,
Me desesperei

Eu amei
Amei em Jerusalém 
Sim, eu amei

Senti o gelo frio de uma geração
Que só faz o que lhe convém
Não ama a ninguém
Mesmo aqui em Jerusalém

Então, em Tel Aviv eu me perdi
Sim, eu me perdi
Eu me perdi do amor

Daquilo que eu sempre achei que fosse o amor
Mas eles disseram "não é mais assim"
Nem aqui
Em Jerusalém 

E eu vi o mar
E mesmo assim eu não senti mais 
Eu não senti mais o amor
Depois que voltei de Jerusalém não senti mais

Eu ri
Eu chorei
Eu vivi

Mas e o amor?
Não, o amor não me quis
Isso eu não encontrei
Nem em Jerusalém
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Mãe, deusa da criação, aprendiz de Deus. Filho é herança deixada pelo Criador. Um filho é a memória da mãe na Terra.

Mãe é aquela que se aproxima mais de Deus porque também cria.

Muitos são os momentos felizes ao lado dela, pois estar com a mãe é estar na companhia de D´us.
  
Mas o dia mais feliz da minha vida foi quando nos conhecemos e eu descobri que Ela seria a minha mãe e o Dela quando descobriu que eu seria sua filha. 

Eis o mistério da concepção.
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Um amor inventado

Garzón Medina Gerar poema da máquina
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Uma história de amor que não existiu
Foi apenas na minha cabeça
Às vezes quando leio seu nome escrito no livro
Naquela dedicatória
Me pergunto se você era mesmo real
Ou se também foi fruto da minha imaginação
Assim como o nosso amor
Que não existiu
E que fora correspondido apenas dentro da minha mente
Que era alimentado pelo meu ego
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Vida plena e amor

Garzón Medina Gerar poema da máquina
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Reunidos em amor fraterno e companheirismo

Sob as asas protetoras da Divina Mãe

Cientes de que o amor em si é o sangue que dá a vida plena, e une todos os membros do corpo

Amar a todos como a si mesmo, conecta todos os membros do corpo Divino
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Às vezes um rosto vale mais do que milhares de palavras
Ah, Olga,
Como uma joia tão bela e delicada pode resistir à guerra?
A guerra é cruel e devastadora
Mas teus olhos cor de água, dão-me esperança

São os bons que morrem cedo,
Mas os que perduram na maldade,
D’us não terá piedade
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Voltei a Israel

Garzón Medina Gerar poema da máquina
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Voltei a Israel e encontrei algumas mudanças
Mas será que foi mesmo Ela que mudou ou será que fui eu?

Voltei para o Meio do Mundo
No ponto de intersecção entre o novo e o velho

Existe um cheiro no ar
Um cheiro que não sei o que é, nem de onde vem, mas que só Ela tem

Já procurei, mas não encontrei 
Não é um cheiro que se encontra para vender
É o cheiro do ar,
Do mar,
Das águas,
Do suor 

Mas dessa vez eu quase não senti o cheiro
Ele estava discreto, escondido entre suas ruínas

Eu não gosto de deixá-la e nossa despedida é sempre muito triste
Mas eu sempre volto
Eu nunca sei quando será a próxima vez

Mas eu sempre volto para o Meio do Mundo
Para o Meio Oriente
Para o Oriente Próximo
Que eu gostaria que fosse mais próximo

Mas quando ela precisa de mim eu cruzo mares, montanhas e desertos para vê-la
A minha Israel
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O que é se perder

Garzón Medina Gerar poema da máquina
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O que é se perder em comparação a uma guerra?

O que é o furto perto da corrupção?

O que é desertar quando o errado é a lei?

O que é se rebelar quando já não se tem outra opção?

O que é resistir quando já não se tem mais para onde ir?
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