Poemas de Carolina Aguerre de Salles Penteado

Veja um grafo dos poemas de Carolina Aguerre de Salles Penteado

Cumplicidade

Carol Aspen Gerar poema da máquina
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Quando menos se espera
Você encontra uma escuta
Um coração que está aberto
E fortalece sua luta

Ombro amigo, parceria
Alegria por seu ser
Aquele abraço, companhia
Te dá forças para viver

Seu problema não parece
Insignificante e sem sentido
Afinidade na estrada 
No caminho percorrido

Um olhar sem julgamento
Uma fala de coração
Uma troca, uma ajuda
A palavra sem sermão

A palavra que não julga
Te ajuda a perceber
Que a vida vale a pena
Na essência de viver
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Mudança

Carol Aspen Gerar poema da máquina
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Nos momentos de silêncio
Profundo de nossas almas
Acreditamos às vezes não conseguir
Achar nosso ponto de equilíbrio
A alegria e a calma
Mas chega o momento de emergir

Mudar os padrões ultrapassados
Olhar o mundo em nossa volta
Saber que amor difere de apego
E que o que se foi não pode ser mudado
Temos que traçar a nova rota
Mas dessa vez sem medo

Conhecer novos caminhos
Novos prazeres e risadas
Sentir a cada respiração
O sentido de tudo o que é vivido
Aprender que a felicidade só é verdadeira
Quando for compartilhada

Só quem sentiu a solidão
Sabe que não dá para viver sozinho
Todos têm muito a oferecer
É só ter disposição
Ser uma flor sem espinhos
A benevolência só tem a engrandecer
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Suspensa

Carol Aspen Gerar poema da máquina
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Me sinto desconectada
Meio fora de mim
Com a cabeça suspensa
Neste corpo sem fim

Meu corpo segue pesado
É difícil me encontrar
Submerso de passado
Pro futuro se achar

O futuro é incerto
O presente que se perde
O passado encoberto
Com a sombra que persegue

Essa sombra se esconde
Mas tem muito a revelar
Talvez seja como ponte
Instrumento para voar

Esse voo vem pra dentro
Suspensão que vem dizer
Como asa ao relento
Minha força para ser
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Conflito

Carol Aspen Gerar poema da máquina
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O calor do fogo
A fluidez da água
Boa moça se dedica
Outra face mostra a cara

Por um lado, disciplina
Do outro, revolta
Com seu jeito de menina
Sua face mulher comporta

Quer fazer tudo direito
Mas a mente atrapalha
Tudo queima no seu peito
O conflito se revela

Acorda pensando em casamento
Mas a tarde quer curtir só
Ve seus sonhos em conflito 
Confusão de dar dó

Se você não decide
Vão decidir por você
Se te afaga ou te agride
Você tem que perceber
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Gerações

Carol Aspen Gerar poema da máquina
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Um olhar tão amoroso
O abraço aconchego
Um controle do alvoroço
De um coração sem medo

Ouvir sua voz durante os dias
Ver sua face contaguante
Acalento pro coração
Mesmo fisicamente distante

Referencia do amor
De suporte, de carinho
Faz mais leve minha dor
Coração menos vazio

Semore história pra contar
Ou conselho relevante
Ela ensina o que é amar
Um troca tão constante

Sua risada tão gostosa
Que colore o meu ver
Sua alma piedosa
Intensidade de querer bem
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No osso do plexo

Carol Aspen Gerar poema da máquina
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No osso do plexo
No fundo da alma
Ânimo e Desânimo
Tentam não perder a calma

A voz não sabe se cala
Pois ela gosta de ser
Mas o gosto e o desgosto
Confundem o viver

Doloroso e profundo
De fora não se vê 
Queima sem queimar
Arde sem arder

Buracos no peito
Encosta na sobra
Deitada sem leito
Perdido em sua obra
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Tempo movimento

Carol Aspen Gerar poema da máquina
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Sempre paramos para pensar
Na importância de cada momento
Mas não podemos deixar passar
O verdadeiro sentimento

Nesse lugar onde estamos
Tudo é relativo
Dias podem parecer anos
Pois o pensamento é criativo

Nessa vida atraímos
Acontecimentos por afinidade
Mas temos que escutar o que sentimos
Se deixar de agir com bondade

Nunca pense que uma pessoa
Não tem nada a oferecer
Você sabe que essa vida voa
Temos tempo a perder?

Então escute seu coração
Ele é seu maior guia
Escute-o e não será em vão
Esqueça a agonia

O amor está em toda parte 
Em cada parte, em cada lugar
Em tudo o que é “feio”, podemos ver arte
Basta mudar a forma de olhar
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Paixão

Carol Aspen Gerar poema da máquina
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Eis que então surge um fogo
As vísceras começam a queimar
O coração se acelera
O estômago parece rodar

Uma troca de olhar
Sem controle da respiração
Parece sufocar
Sente-se perder o chão

Unhas roídas, ansiedade
Será que o outro vai querer
A incerteza que assusta
Esse medo de perder

É preciso arriscar
Pois o não você já tem
Se a pessoa se afastar
Talvez já tenha outro bem

Mas se ela também sente
E deseja se entregar
Surgirá uma semente
Para o amor plantar
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